Dia 14 de março é o Dia Nacional da Poesia. A data foi criada em homenagem a Antônio Frederico de Castro Alves, um dos maiores poetas brasileiros, nascido em 14 de março de 1847.
Minha homenagem:
Ah, poesia,
por que estivestes tão arredia?
São anos sem sentir
tua doce presença...
Vejo-me a escaninhar
os refolhos de minh'alma
buscando inspiração
para decantar em meus versos
a paixão, a filosofia, o pecado...
Cobristes tua presença
com véu de desilusão
para que eu pudesse aprender
a ler os poemas escritos
pelo Grande Poeta do Universo.
Ah, poesia,
Mãe das Artes,
Pai das Vibrações,
achei-te em forma de natureza,
de família, de humanidade...
Carregue-me em teus braços
e me faz acordar na mansão
dos que nada têm além do coração!
A vida é a grande poesia de Deus que sai de Suas mãos a cada amanhecer. Esse dom foi dado a cada um que queira recriar a vida através da poesia.
14/03/2016
23/02/2016
Paz na Síria
Paz na Síria
Lágrimas de sangue
onde ora eram flores.
22/02/2016
Cultivo
Cultivo
Preparar a terra
daquele coração
foi difícil...
Havia tanta tristeza,
tanta dor abrigada...
Hoje é uma árvore
com flores de paz,
com frutos de amor,
17/08/2015
Escolhas
Escolhas
Sempre nos perguntamos se temos escolhas nessa vida.
E sempre temos.
O que não podemos garantir são os resultados do que escolhemos porque vários fatores interferem no curso dessa jornada.
Escolher é usar o livre arbítrio a que o ser humano tem por direito do uso da razão. Tempere a razão com muito sentimento para que o equilíbrio possa nortear seus
passos.
E seja qual for o resultado, a paz será o prêmio, mesmo que pareça ter sido um
fracasso.
Ana Maria Pupato - 17/08/2015
Sempre nos perguntamos se temos escolhas nessa vida.
E sempre temos.
O que não podemos garantir são os resultados do que escolhemos porque vários fatores interferem no curso dessa jornada.
Escolher é usar o livre arbítrio a que o ser humano tem por direito do uso da razão. Tempere a razão com muito sentimento para que o equilíbrio possa nortear seus
passos.
E seja qual for o resultado, a paz será o prêmio, mesmo que pareça ter sido um
fracasso.
Ana Maria Pupato - 17/08/2015
16/08/2015
Minha primeira crônica
Minha primeira crônica
Elaborei tantos começos, tantos assuntos e começo pelo óbvio: o começo. Escrever um poema saía com muito mais facilidade. Por quê? Ah, falar do que vem da alma é uma delícia!
Veste-se uma roupa bonita nas palavras, passa-se um perfume de assunto e uma leve maquiagem para dar forma. Mas, e a crônica? Essa faz parar e questionar que não dá para questionar demais; tem que deixar fluir e sair realidade, todo dia, toda hora... E lá vem
a palavra mesclada de Bukowski com Veríssimo. Será que consigo fazer essa salada verbal?
Não tem mais como segurar as palavras, saem a rodo dos meus dedos diante do papel. Não, papel é passado. Bloco de notas. Leio de novo e acho que são um monte de besteiras. Então está bom porque se ficasse sério, não seria. Até a próxima!
08/07/2015
Brasilidade
Se meu estilo se mescla, derrama e desmancha
É porque sou feita de flores,
folhas, cores,
vento e mar ...
Na insígnia, sou aldeia
Na bandeira, natureza!
É porque sou feita de flores,
folhas, cores,
vento e mar ...
Na insígnia, sou aldeia
Na bandeira, natureza!
(Imagem por Ana Maria Pupato e poema por Carmem Teresa Elias)
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